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Do proprietário deste blog, Marcos Doniseti.

sábado, 28 de maio de 2011

Sem pressa para definir o lugar de Messi na história. Vamos desfrutar!


Sem pressa para definir o lugar de Messi na história. Vamos desfrutar - por Leonardo Bertozzi

Haverá muito tempo para a história se encarregar de registrar o lugar de Lionel Messi entre os grandes do futebol. Se hoje, aos 23 anos, seu nome já é citado ao lado dos maiores gênios que o esporte já viu, imagine o que ainda pode acontecer daqui em diante. Porque não sabemos se ele já alcançou seu auge.

Seus números crescem em progressão assustadora. 38 gols na temporada 2008/09. 47 em 2009/10. Termina a temporada 2010/11 com 53 gols. Nas três campanhas ele foi artilheiro da Champions League.

Títulos? Já são quinze. Três da Champions, um Mundial de Clubes, cinco ligas espanholas. Quatro Supercopas europeias e uma espanhola, além de uma Copa do Rei.

Mas não são apenas os números a exaltar Lionel Messi. São os lances de seu imenso repertório. Bem mais que o gol de fora da área na final contra o Manchester United. Também a "caneta" em Vidic. E a arrancada por entre os marcadores antes do aliviante 3 a 1 de Villa.

Não cola mais a desculpa de que Messi tem seus momentos de genialidade em um desequilibrado Campeonato Espanhol. Ele faz a qualquer hora. Contra qualquer um.

Na última atuação tão impressionante de um time em uma final de Champions, o Barcelona estava do lado oposto: os 4 a 0 do Milan de Capello em 1994. Se não copiou o placar, copiou a autoridade do time rossonero naquela noite. Talvez tenha até superado, graças ao argentino.

Pep Guardiola afirmou que Messi é o melhor jogador que já viu, e não acredita que verá um melhor. "Temos grandes jogadores, mas ele faz a diferença, e sem ele não teríamos esse algo mais em qualidade. Ele é único", descreveu o treinador na coletiva pós-jogo.

É difícil atribuir a Messi uma posição. Não é apenas meia, não é apenas atacante. Não é centroavante, apesar de ser goleador. É como Cruyff no magistral Ajax tricampeão europeu no início dos anos 70, um dos melhores intérpretes do que se chamou "futebol total". Ou como Hidegkuti na fenomenal Hungria da década de 50.

Na história da Copa dos Campeões, nomes como Di Stéfano, Van Basten e Zidane já merecem a companhia de Messi no rol dos maiorais.

O que Messi ainda pode alcançar? As glórias com a seleção argentina. Em julho, terá uma Copa América em seu país, onde poucas vezes atuou como profissional. Pode ser o protagonista do título que acabaria com um jejum de 18 anos para a Albiceleste. E em 2014, no Brasil, terá a oportunidade de se transformar de gênio em lenda.

Tudo isso o tempo dirá. Mas Messi, cada dia mais, dá a sensação de que a Copa do Mundo precisa mais dele do que o contrário.

Link:

http://espn.estadao.com.br/leonardobertozzi/post/194324_SEM+PRESSA+PARA+DEFINIR+O+LUGAR+DE+MESSI+NA+HISTORIA+VAMOS+DESFRUTAR

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